1) Procure manter a "dieta" de segunda à sexta-feira, mas cuidado com os excessos de final de semana. Comer de “tudo”, mas cuidar com as quantidades.
2) Quando tiver vontade de beliscar: Primeiro beba 1 copo de água, depois escolha: Gelatina diet/light ou capuccino diet ou chá ou frutas secas, água de coco ou refrigerante diet/light ou refresco diet/light.
3) Alimentos que podem apresentar consumo livre: Chá ou café (com adoçante), água de coco, refrigerante diet/light, limonada (com adoçante), gelatina diet/light, suco de melão ou melancia (sem açúcar) e hortaliças.
4) Quando sair para comer fora: Escolher pratos que acompanhem legumes e usar bebida alcoólica com moderação (intercalada com 1 copo de água).
5) No inverno, é possível substituir saladas cruas por uma excelente salada quente. Refogue verduras ou cozinhe no vapor, mas não por muito tempo, para não perder os nutrientes.
6) Temperos que emagrecem: Pimenta vermelha (3g/dia), gengibre (1 colher de chá/ dia) e vinagre de maçã (2 colheres de chá/dia) são alimentos termogênicos, capazes de acelerar o metabolismo.
7) Diuréticos naturais: Quem tem a tendência de reter líquidos, pode amenizar o problema incluindo salsa na dieta. Ela atua no organismo como um diurético natural, ajudando os vasos sanguíneos a eliminar o excesso de líquidos. Pode ser adicionada em sanduíches, sopas e chás.
8) Uva no lugar do vinho: Segundo pesquisas recentes, o suco de uvas vermelhas também funciona na prevenção de problemas cardiovasculares por ter uma carga de antioxidantes semelhantes ao do vinho tinto.
9) Comece pela salada: Pessoas que comem saladas antes do almoço consomem 12% menos de calorias do que se fossem direto ao prato principal.
10) Frutas grelhadas: Para uma sobremesa deliciosa e de baixa caloria, grelhe suas frutas favoritas e acrescente canela.
11) Beba 2 litros de água por dia entre as refeições.
12) Uma opção de fruta que não pode faltar diariamente é a maçã, pois protege o coração das doenças cardiovasculares.
13) Consuma peixe pelo menos 1 vez por semana.
14) Temperar a salada com 1 colher de sobremesa de azeite de oliva extra virgem.
15) Consuma alimentos integrais, que são ricos em fibras, retardam a absorção dos carboidratos e são mais nutritivos que os refinados.
16) Escolha sempre cores variadas de frutas e verduras, pois cada cor representa um tipo diferente de vitamina e esses pigmentos protegem nosso corpo de inúmeras doenças (vitaminas antioxidantes).
17) Consuma as carnes brancas e magras com mais frequência, como por exemplo, frango, peixe, atum sem óleo e carne de porco magra.
18) Retire toda a gordura visível das carnes antes de cozinhá-las.
19) Para preparo das carnes, prefira grelhado, cozido, ensopado ou assado.
20) Use ovos cozidos e nunca fritos, no máximo 3 vezes por semana, pode ser substituído pela carne.
21) Procure não abusar da gordura ao preparar alimentos.
22) Beba muita água durante o dia, mas não durante as refeições, pois atrapalha a digestão e distende o abdômen.
23) Evite doces como sobremesa, substitua por frutas.
24) Jamais fique em jejum. Coma a cada 3 a 4 horas.
25) Evite açúcar e farinha branca.
26) Evite gorduras animais saturadas encontrados no leite integral, queijos amarelos, creme de leite, banha e pele de aves.
27) Coma verduras de folhas verde escuras como brócolis, couve, espinafre, pois contém bioflavonoides, substâncias que interferem no metabolismo das gorduras.
LPS Thomás nutricionista
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
A alimentação para praticantes de luta
A alimentação adequada é uma grande aliada para o sucesso de lutadores durante competições ou treinamentos. O acompanhamento nutricional faz a diferença para o esportista e esses resultados podem ser facilmente observados nos tatames e nos ringues. A nutrição melhora o desempenho e os depósitos de energia, reduz a fadiga (cansaço) e o tempo de recuperação pós-treino, previne conta lesões e mantém a saúde geral do atleta.
Existe uma grande preocupação do lutador em relação ao seu peso corporal e esses quilos a mais ou a menos determinam em qual categoria se enquadrarão durante a competição. O grande segredo de êxito dos lutadores é sempre controlar o peso corporal, mantendo-o próximo do ideal para a sua categoria. Desta forma, torna-se desnecessário a perda de peso muito rapidamente (as vésperas do campeonato), que acarreta na perda de massa muscular e pode levar até a desidratação, reduzindo o seu desempenho esportivo e as gordurinhas que só atrapalham e que deveriam ser perdidas, continuam no organismo.
*Durante o treinamento o metabolismo predominante durante o esforço físico é o anaeróbico, treino de alta intensidade sem gasto de oxigênio. A principal fonte de energia utilizada é a glicose proveniente dos estoques de glicogênio musculares, que está diretamente associado com a capacidade de realização dos movimentos. Por isso, que a dica mais importante é jamais treinar em jejum ou de barriga vazia!
*A alimentação antes do treino garante a energia e ela pode ser realizada 1 hora antes do treinamento ou uma grande refeição (almoço ou jantar) em até 3 horas antes. Esta refeição deve ser rica em carboidratos complexos de baixo índice glicêmico, para que se tenha uma liberação gradual da energia durante a prática esportiva, moderada em proteínas e fibras e baixa em gorduras. Deve ter como base: arroz integral, batata, inhame, mandioca, macarrão, frutas, cereais integrais, pão integral, queijo branco, carnes magras e verduras e legumes.
*Entre 30 a 15 minutos antes do treinamento também pode ser consumido maltodextrina ou outros suplementos que oferecem vários tipos de carboidratos em conjunto. Durante os treinos deve-se manter a ingestão de líquidos para garantir a hidratação. Se o treino ultrapassar 60 minutos recomenda-se utilizar bebidas isotônicas que contenham carboidratos e eletrólitos (sódio e potássio). Após o treino, é extremamente importante repor nutrientes para evitar o catabolismo.
*Torna-se necessário a ingesta de carboidratos de moderado a alto índice glicêmico, encontrados nos alimentos como pão branco, macarrão, batata inglesa, banana ou na forma de suplementos maltodextrina e dextrose.
*A recuperação muscular é garantida através do consumo de proteína de alto valor biológico como: carnes magras, ovos, leite ou na forma de suplementação (whey protein, albumina e aminoácidos líquidos). Esta refeição deve ser realizada o mais rápido possível, logo após o término do exercício, pois é neste período que os nutrientes são melhores absorvidos.
*Isso ocorre devido ao aumento da liberação de hormônios anabólicos. Cuidado com o consumo de gorduras neste momento, pois ela também é rapidamente absorvida e estocada no tecido adiposo na forma de triglicerídeos.
*É importante salientar que durante treinamentos e competições os atletas ficam propensos a um maior estresse fisiológico e oxidativo, aumentando a quantidade de radicais livres no corpo. Por isso, a alimentação deve conter antioxidantes como: ômega 3, ômega 6, vitamina C, vitamina E, selênio e beta carotenos. Esses nutrientes podem ser encontrados nas frutas, legumes, verduras, castanhas, nozes e amêndoas.
*O período do treinamento influencia diretamente a conduta nutricional a ser adotada. Por isso, a grande importância de educadores físicos e nutricionistas trabalharem em conjunto para a melhora da performance dos seus atletas.
Existe uma grande preocupação do lutador em relação ao seu peso corporal e esses quilos a mais ou a menos determinam em qual categoria se enquadrarão durante a competição. O grande segredo de êxito dos lutadores é sempre controlar o peso corporal, mantendo-o próximo do ideal para a sua categoria. Desta forma, torna-se desnecessário a perda de peso muito rapidamente (as vésperas do campeonato), que acarreta na perda de massa muscular e pode levar até a desidratação, reduzindo o seu desempenho esportivo e as gordurinhas que só atrapalham e que deveriam ser perdidas, continuam no organismo.
*Durante o treinamento o metabolismo predominante durante o esforço físico é o anaeróbico, treino de alta intensidade sem gasto de oxigênio. A principal fonte de energia utilizada é a glicose proveniente dos estoques de glicogênio musculares, que está diretamente associado com a capacidade de realização dos movimentos. Por isso, que a dica mais importante é jamais treinar em jejum ou de barriga vazia!
*A alimentação antes do treino garante a energia e ela pode ser realizada 1 hora antes do treinamento ou uma grande refeição (almoço ou jantar) em até 3 horas antes. Esta refeição deve ser rica em carboidratos complexos de baixo índice glicêmico, para que se tenha uma liberação gradual da energia durante a prática esportiva, moderada em proteínas e fibras e baixa em gorduras. Deve ter como base: arroz integral, batata, inhame, mandioca, macarrão, frutas, cereais integrais, pão integral, queijo branco, carnes magras e verduras e legumes.
*Entre 30 a 15 minutos antes do treinamento também pode ser consumido maltodextrina ou outros suplementos que oferecem vários tipos de carboidratos em conjunto. Durante os treinos deve-se manter a ingestão de líquidos para garantir a hidratação. Se o treino ultrapassar 60 minutos recomenda-se utilizar bebidas isotônicas que contenham carboidratos e eletrólitos (sódio e potássio). Após o treino, é extremamente importante repor nutrientes para evitar o catabolismo.
*Torna-se necessário a ingesta de carboidratos de moderado a alto índice glicêmico, encontrados nos alimentos como pão branco, macarrão, batata inglesa, banana ou na forma de suplementos maltodextrina e dextrose.
*A recuperação muscular é garantida através do consumo de proteína de alto valor biológico como: carnes magras, ovos, leite ou na forma de suplementação (whey protein, albumina e aminoácidos líquidos). Esta refeição deve ser realizada o mais rápido possível, logo após o término do exercício, pois é neste período que os nutrientes são melhores absorvidos.
*Isso ocorre devido ao aumento da liberação de hormônios anabólicos. Cuidado com o consumo de gorduras neste momento, pois ela também é rapidamente absorvida e estocada no tecido adiposo na forma de triglicerídeos.
*É importante salientar que durante treinamentos e competições os atletas ficam propensos a um maior estresse fisiológico e oxidativo, aumentando a quantidade de radicais livres no corpo. Por isso, a alimentação deve conter antioxidantes como: ômega 3, ômega 6, vitamina C, vitamina E, selênio e beta carotenos. Esses nutrientes podem ser encontrados nas frutas, legumes, verduras, castanhas, nozes e amêndoas.
*O período do treinamento influencia diretamente a conduta nutricional a ser adotada. Por isso, a grande importância de educadores físicos e nutricionistas trabalharem em conjunto para a melhora da performance dos seus atletas.
Dicas de alimentação para jogadores de futebol
A alimentação do atleta é muito importante para favorecer o melhor desempenho esportivo e evitar carências nutricionais. Com uma alimentação equilibrada, pode-se melhorar os depósitos de energia, reduzir as doenças, reduzir o cansaço, aumentar o tempo de atividade do atleta, recuperar os músculos depois do treino e melhorar a saúde geral.
Para isso, a dieta deve ser equilibrada, ter qualidade, variedade e moderação. Por isso, é importante conhecer os alimentos para saber em que eles podem ajudar ou prejudicar no desempenho esportivo.
CARBOIDRATOS:
São considerados nutrientes energéticos, pois têm como função o fornecimento de energia necessária para o corpo realizar atividades como: andar, trabalhar, estudar, correr, jogar futebol e outras. São encontrados em alimentos como: pães, massas (sem molhos gordurosos), arroz, batata, frutas, aipim, cereais, etc.
PROTEÍNAS:
São consideradas nutrientes construtores, pois constroem e reparam músculos, tecidos, células, produzem anticorpos (para combater doenças e infecções), enzimas e hormônios (que regulam funções do corpo). Suas fontes são: carnes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, nozes, castanha, etc.
GORDURAS:
Também fornecem grande quantidade de energia, mas suas principais funções são: auxiliar na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), fornecer saciedade ao organismo, produzir hormônios, proteger e isolar órgãos e tecidos.
Existem 2 tipos de gorduras: as saturadas, que são encontradas em produtos de origem animal (carnes, manteiga, creme de leite, requeijão) ou origem vegetal sólidos (gordura vegetal hidrogenada, presente, por exemplo, em sorvetes, bolachas recheadas, bolos, salgadinhos, batata frita, pipocas – esta faz mal a saúde e deve ser evitada); e as insaturadas, que são mais saudáveis e são encontrados na forma líquida como os óleos de canola, soja, oliva, de milho e girassol.
Atenção: possuem absorção demorada e devem ser consumidos com moderação, para não prejudicar o desempenho do jogador.
VITAMINAS E MINERAIS:
São os elementos reguladores, importantes por participarem do funcionamento intestinal, digestão, circulação sanguínea e sistema imunológico (sistema de defesa contra doenças). São necessárias para o crescimento normal e manutenção da vida.
As vitaminas e minerais são obtidos através da ingestão diária de uma variedade de frutas, verduras e legumes. Se o atleta tiver problemas com a ingestão de frutas e verduras, terá problemas com o aporte adequado de vitaminas e minerais. O ideal é selecionar no mínimo 3 cores diferentes de salada (ex: laranja-cenoura, vermelho-tomate, verde-alface).
ÁGUA:
A água, juntamente com o oxigênio, é o constituinte mais importante para a manutenção da vida. Portanto, a quantidade de água perdida através da urina, fezes, suor e ar expirado deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência do organismo na digestão, absorção, circulação e excreção. Recomendação para atletas: 10 a 12 copos ou mais.
Antes do treino:
As grandes refeições (almoço e janta) devem ser realizadas até 4 horas antes do treino, para que possa se fazer total digestão. Esta refeição deve ser rica em carboidratos (arroz, macarrão, aipim, batata, farinhas, legumes, etc.), com pouca proteína (carnes magras, preferindo frango ou peixe, feijão, soja, ervilha, lentilha, leite e derivados,...) e com muito pouco ou sem gordura (óleo de soja, azeite, azeitona, creme de leite, maionese, etc).
As pequenas refeições (lanches) devem ser realizadas entre 2 a 1 hora antes do treino ou jogo. Este lanche deve ser rico em carboidratos (com pães, biscoitos, barras de cereal, frutas, sucos, bolo, etc), com muito pouco de proteína (requeijão, queijos, frios, carnes, etc) e sem gordura. A água também deve ser consumida durante o período que antecede o treino ou a partida.
Durante o treino:
Para os jogadores terem sucesso em campo, a hidratação deve ser feita periodicamente durante a partida. Podem ser usadas bebidas isotônicas e principalmente água.
Depois do treino:
Logo após o treino (ou a partida), os estoques de carboidratos devem ser repostos, para que a energia perdida seja recuperada. Os minerais e as vitaminas também precisam ser consumidos, pois previnem lesões, reduzem a fadiga do pós treino e melhoram o sistema imunológico; para isto, frutas e suco de frutas são ótimas opções.
A ingestão de proteína, neste momento, também é importante, pois é o nutriente responsável pela reestruturação da massa muscular que pode ficar comprometida durante o treinamento ou jogo intenso.
Ótimas opções de proteínas são: iogurtes, carnes magras, leite, queijos magros (ricota, queijo branco, minas ou lights), presunto magro ou peito de peru, ovos, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja, barrinha de proteínas e etc. E para finalizar, mais uma vez, a água não pode faltar.
Para isso, a dieta deve ser equilibrada, ter qualidade, variedade e moderação. Por isso, é importante conhecer os alimentos para saber em que eles podem ajudar ou prejudicar no desempenho esportivo.
CARBOIDRATOS:
São considerados nutrientes energéticos, pois têm como função o fornecimento de energia necessária para o corpo realizar atividades como: andar, trabalhar, estudar, correr, jogar futebol e outras. São encontrados em alimentos como: pães, massas (sem molhos gordurosos), arroz, batata, frutas, aipim, cereais, etc.
PROTEÍNAS:
São consideradas nutrientes construtores, pois constroem e reparam músculos, tecidos, células, produzem anticorpos (para combater doenças e infecções), enzimas e hormônios (que regulam funções do corpo). Suas fontes são: carnes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, nozes, castanha, etc.
GORDURAS:
Também fornecem grande quantidade de energia, mas suas principais funções são: auxiliar na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), fornecer saciedade ao organismo, produzir hormônios, proteger e isolar órgãos e tecidos.
Existem 2 tipos de gorduras: as saturadas, que são encontradas em produtos de origem animal (carnes, manteiga, creme de leite, requeijão) ou origem vegetal sólidos (gordura vegetal hidrogenada, presente, por exemplo, em sorvetes, bolachas recheadas, bolos, salgadinhos, batata frita, pipocas – esta faz mal a saúde e deve ser evitada); e as insaturadas, que são mais saudáveis e são encontrados na forma líquida como os óleos de canola, soja, oliva, de milho e girassol.
Atenção: possuem absorção demorada e devem ser consumidos com moderação, para não prejudicar o desempenho do jogador.
VITAMINAS E MINERAIS:
São os elementos reguladores, importantes por participarem do funcionamento intestinal, digestão, circulação sanguínea e sistema imunológico (sistema de defesa contra doenças). São necessárias para o crescimento normal e manutenção da vida.
As vitaminas e minerais são obtidos através da ingestão diária de uma variedade de frutas, verduras e legumes. Se o atleta tiver problemas com a ingestão de frutas e verduras, terá problemas com o aporte adequado de vitaminas e minerais. O ideal é selecionar no mínimo 3 cores diferentes de salada (ex: laranja-cenoura, vermelho-tomate, verde-alface).
ÁGUA:
A água, juntamente com o oxigênio, é o constituinte mais importante para a manutenção da vida. Portanto, a quantidade de água perdida através da urina, fezes, suor e ar expirado deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência do organismo na digestão, absorção, circulação e excreção. Recomendação para atletas: 10 a 12 copos ou mais.
Antes do treino:
As grandes refeições (almoço e janta) devem ser realizadas até 4 horas antes do treino, para que possa se fazer total digestão. Esta refeição deve ser rica em carboidratos (arroz, macarrão, aipim, batata, farinhas, legumes, etc.), com pouca proteína (carnes magras, preferindo frango ou peixe, feijão, soja, ervilha, lentilha, leite e derivados,...) e com muito pouco ou sem gordura (óleo de soja, azeite, azeitona, creme de leite, maionese, etc).
As pequenas refeições (lanches) devem ser realizadas entre 2 a 1 hora antes do treino ou jogo. Este lanche deve ser rico em carboidratos (com pães, biscoitos, barras de cereal, frutas, sucos, bolo, etc), com muito pouco de proteína (requeijão, queijos, frios, carnes, etc) e sem gordura. A água também deve ser consumida durante o período que antecede o treino ou a partida.
Durante o treino:
Para os jogadores terem sucesso em campo, a hidratação deve ser feita periodicamente durante a partida. Podem ser usadas bebidas isotônicas e principalmente água.
Depois do treino:
Logo após o treino (ou a partida), os estoques de carboidratos devem ser repostos, para que a energia perdida seja recuperada. Os minerais e as vitaminas também precisam ser consumidos, pois previnem lesões, reduzem a fadiga do pós treino e melhoram o sistema imunológico; para isto, frutas e suco de frutas são ótimas opções.
A ingestão de proteína, neste momento, também é importante, pois é o nutriente responsável pela reestruturação da massa muscular que pode ficar comprometida durante o treinamento ou jogo intenso.
Ótimas opções de proteínas são: iogurtes, carnes magras, leite, queijos magros (ricota, queijo branco, minas ou lights), presunto magro ou peito de peru, ovos, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja, barrinha de proteínas e etc. E para finalizar, mais uma vez, a água não pode faltar.
Orientações nutricionais para atletas
- Tenha uma alimentação sempre variada (colorida), pois assim você estará ingerindo os diferentes nutrientes necessários para o bom funcionamento do seu organismo.
- Aumente a ingestão de vitaminas e minerais por meio de frutas e vegetais. Você precisa ingerir pelo menos 3 frutas e 3 tipos de saladas diferentes por dia. Atenção: 1 maçã diária, para prevenção cardiovascular, é importante!
- Evite refrigerantes e sucos de caixinha. Se optares por consumir, prefira os sem açúcar, DIET, LIGHT, ZERO. Mas não crie um hábito diário, pois são produtos ricos em adoçantes, que são substâncias artificiais. O único adoçante recomendado é o Stévia, que é natural.
- Dê preferência a carnes magras (patinho, alcatra, maminha, coxão de dentro ou de fora), frangos (peito) e peixes (sem pele).
- Evite alimentos que contenham gordura vegetal hidrogenada. Elas são reconhecidas pelo nosso corpo como gordura saturada, que em excesso faz mal para a saúde, principalmente para o coração. Portanto evite alimentos com folhados, doces de confeitaria à base de cremes, sorvetes, bolachas recheadas, amanteigados e fritos.
- Alimentos grelhados, cozidos ou assados, no lugar dos fritos (batata-frita, carnes à milanesa, salgadinhos, bolinhos fritos, sonhos, etc). Evite também frituras e gorduras de origem animal como banha, manteiga, nata, carnes gordas, pele de aves.
- Em buffet de restaurantes, identifique pela aparência alimentos que foram preparados com muito óleo (arroz brilhando, gotas de gordura no fundo prato...) evitando-os.
- NUNCA treine em jejum.
- Procure sempre se manter hidratado, tenha sempre consigo um pouco de água.
- Prefira alimentos integrais, pois são mais nutritivos e fornecem energia para o exercício de forma contínua. A energia é liberada mais lentamente, dando mais força e ânimo para a prática esportiva (ex: pão integral, arroz integral).
- Doces: consumir eventualmente (2-3 vezes por semana), em seguida das principais refeições, almoço e janta, pois são ricas em fibras que dificultarão a absorção da gordura.
- Aumente a ingestão de vitaminas e minerais por meio de frutas e vegetais. Você precisa ingerir pelo menos 3 frutas e 3 tipos de saladas diferentes por dia. Atenção: 1 maçã diária, para prevenção cardiovascular, é importante!
- Evite refrigerantes e sucos de caixinha. Se optares por consumir, prefira os sem açúcar, DIET, LIGHT, ZERO. Mas não crie um hábito diário, pois são produtos ricos em adoçantes, que são substâncias artificiais. O único adoçante recomendado é o Stévia, que é natural.
- Dê preferência a carnes magras (patinho, alcatra, maminha, coxão de dentro ou de fora), frangos (peito) e peixes (sem pele).
- Evite alimentos que contenham gordura vegetal hidrogenada. Elas são reconhecidas pelo nosso corpo como gordura saturada, que em excesso faz mal para a saúde, principalmente para o coração. Portanto evite alimentos com folhados, doces de confeitaria à base de cremes, sorvetes, bolachas recheadas, amanteigados e fritos.
- Alimentos grelhados, cozidos ou assados, no lugar dos fritos (batata-frita, carnes à milanesa, salgadinhos, bolinhos fritos, sonhos, etc). Evite também frituras e gorduras de origem animal como banha, manteiga, nata, carnes gordas, pele de aves.
- Em buffet de restaurantes, identifique pela aparência alimentos que foram preparados com muito óleo (arroz brilhando, gotas de gordura no fundo prato...) evitando-os.
- NUNCA treine em jejum.
- Procure sempre se manter hidratado, tenha sempre consigo um pouco de água.
- Prefira alimentos integrais, pois são mais nutritivos e fornecem energia para o exercício de forma contínua. A energia é liberada mais lentamente, dando mais força e ânimo para a prática esportiva (ex: pão integral, arroz integral).
- Doces: consumir eventualmente (2-3 vezes por semana), em seguida das principais refeições, almoço e janta, pois são ricas em fibras que dificultarão a absorção da gordura.
Alimentação na gestação e amamentação
A gestação é uma fase extremamente importante e que necessita de cuidados especiais. A gestante passa a se preocupar mais com sua saúde: aumento de peso, escolha de alimentos, atividade física adequada, uso de medicamentos.
Em relação ao aumento de peso, a conduta vai depender das condições iniciais da gestação. Se o peso estiver adequado na fase de concepção, o aumento de peso previsto para todo período deve ser ente 9 a 12Kg, sendo 3 kg reservados para a amamentação.
Dietas restritas não são recomendas para mulheres que já iniciam a gestação com sobrepeso ou obesidade. Neste caso, é feita uma adequação das calorias, suprindo guloseimas e carboidratos em excesso, mantendo as proteínas e outros nutrientes essenciais.
A evolução do peso deve ser gradativa durante a gestação, com aumento de apenas 1,5Kg nas primeiras 12 semanas, e entre 250 a 400g por semana, nas semanas subsequentes. Para isso, não é necessário acrescentar mais do que 300 Kcal à dieta habitual.
Algumas consequências podem surgir durante esse período de 9 meses:
Náuseas: Comum no primeiro trimestre de gravidez, principalmente pela manhã. Pode evoluir para vômitos, com perda importante de eletrólitos. Tende a desaparecer no segundo trimestre. Para amenizar o problema, deve-se adotar uma dieta mais seca, pobre em gorduras, evitando ingerir líquidos juntos com as refeições. Evitar o jejum prolongado. Opção: biscoitos cream cracker ou 1 maçã.
Constipação: Resulta da redução da atividade física, da motilidade intestinal diminuída, além da pressão aumentada no útero sobre o trato gastrointestinal. Devem ser utilizados alimentos mais ricos em fibras (frutas, vegetais, feijão, alimentos integrais) e consumir maior quantidade de água.
Azia: Também pode resultar da pressão aumentada do útero sobre o estômago. Evitar alimentos cítricos, codimentados, frituras, alimentos com gorduras e bebidas à base de cafeína. Fazer refeições a cada 2-3 horas com volumes reduzidos.
Edema nos membros inferiores: O edema costuma ocorrer após o 5º ou 6º mês de gestação, ocasionado pela compressão do útero, dificultando a circulação sanguínea. Reduzir o uso do sal e de alimentos ricos em sódio, manter o peso adequado, evitar sedentarismo fazendo caminhadas moderadas.
Anemia: Durante a gestação ocorre um aumento do volume sanguíneo, levando a um fator hematócrito e contagem de hemoglobina mais baixos, considerados normais. Se houver uma maior redução das taxas, sem reposição adequada de ferro e acido fólico, pode resultar em anemia.
Nesta fase é importante optar por alimentos ricos nesses nutrientes, tais como vegetais verde escuros, feijão, carnes magras, fígado e consumir junto alimentos ricos em vitamina C para melhorar a absorção do ferro.
A nutrição exerce um papel importante durante a gestação. Não significa ter que comer por 2, mas sim comer com qualidade, sem excessos, seguindo orientações nutricionais, fracionando o volume em 6 a 7
refeições, consumindo todos os nutrientes necessários para o bebê.
Durante a gestação, há uma necessidade aumentada de todas as vitaminas e minerais (ferros, cálcio, ácido fólico, vitamina A, C, D complexo B, magnésio, fósforo...). Quando a alimentação é pobre nesses nutrientes, pode resultar em bebês com baixo peso ou prematuros, além de consumir todos os nutrientes do organismo da mãe.
Durante a amamentação, os cuidados continuam em relação à alimentação, hidratação, evitando alimentos fortes e condimentados. As exigências nessa fase continuam focadas na qualidade de nutrientes.
Em relação ao aumento de peso, a conduta vai depender das condições iniciais da gestação. Se o peso estiver adequado na fase de concepção, o aumento de peso previsto para todo período deve ser ente 9 a 12Kg, sendo 3 kg reservados para a amamentação.
Dietas restritas não são recomendas para mulheres que já iniciam a gestação com sobrepeso ou obesidade. Neste caso, é feita uma adequação das calorias, suprindo guloseimas e carboidratos em excesso, mantendo as proteínas e outros nutrientes essenciais.
A evolução do peso deve ser gradativa durante a gestação, com aumento de apenas 1,5Kg nas primeiras 12 semanas, e entre 250 a 400g por semana, nas semanas subsequentes. Para isso, não é necessário acrescentar mais do que 300 Kcal à dieta habitual.
Algumas consequências podem surgir durante esse período de 9 meses:
Náuseas: Comum no primeiro trimestre de gravidez, principalmente pela manhã. Pode evoluir para vômitos, com perda importante de eletrólitos. Tende a desaparecer no segundo trimestre. Para amenizar o problema, deve-se adotar uma dieta mais seca, pobre em gorduras, evitando ingerir líquidos juntos com as refeições. Evitar o jejum prolongado. Opção: biscoitos cream cracker ou 1 maçã.
Constipação: Resulta da redução da atividade física, da motilidade intestinal diminuída, além da pressão aumentada no útero sobre o trato gastrointestinal. Devem ser utilizados alimentos mais ricos em fibras (frutas, vegetais, feijão, alimentos integrais) e consumir maior quantidade de água.
Azia: Também pode resultar da pressão aumentada do útero sobre o estômago. Evitar alimentos cítricos, codimentados, frituras, alimentos com gorduras e bebidas à base de cafeína. Fazer refeições a cada 2-3 horas com volumes reduzidos.
Edema nos membros inferiores: O edema costuma ocorrer após o 5º ou 6º mês de gestação, ocasionado pela compressão do útero, dificultando a circulação sanguínea. Reduzir o uso do sal e de alimentos ricos em sódio, manter o peso adequado, evitar sedentarismo fazendo caminhadas moderadas.
Anemia: Durante a gestação ocorre um aumento do volume sanguíneo, levando a um fator hematócrito e contagem de hemoglobina mais baixos, considerados normais. Se houver uma maior redução das taxas, sem reposição adequada de ferro e acido fólico, pode resultar em anemia.
Nesta fase é importante optar por alimentos ricos nesses nutrientes, tais como vegetais verde escuros, feijão, carnes magras, fígado e consumir junto alimentos ricos em vitamina C para melhorar a absorção do ferro.
A nutrição exerce um papel importante durante a gestação. Não significa ter que comer por 2, mas sim comer com qualidade, sem excessos, seguindo orientações nutricionais, fracionando o volume em 6 a 7
refeições, consumindo todos os nutrientes necessários para o bebê.
Durante a gestação, há uma necessidade aumentada de todas as vitaminas e minerais (ferros, cálcio, ácido fólico, vitamina A, C, D complexo B, magnésio, fósforo...). Quando a alimentação é pobre nesses nutrientes, pode resultar em bebês com baixo peso ou prematuros, além de consumir todos os nutrientes do organismo da mãe.
Durante a amamentação, os cuidados continuam em relação à alimentação, hidratação, evitando alimentos fortes e condimentados. As exigências nessa fase continuam focadas na qualidade de nutrientes.
Nutrição para o cérebro

Durante a preparação para concursos e vestibulares, necessitamos de maior poder de concentração, atenção, memória, disposição e combater o estresse. Uma boa alimentação pode potencializar o rendimento nos estudos e diminuir a ansiedade para as provas.
Nas vésperas, devemos evitar alimentos que não costumamos consumir em nossa dieta, para não corrermos o risco de ter desconfortos intestinais. Alimentos pesados e ricos em gorduras como feijoada, batata frita, molho de quatro queijos, carnes gordas e bebidas alcoólicas devemos passar longe, pois eles dificultam a liberação de energia para o cérebro.
Deve-se também evitar durante a prova o consumo balas, chocolates, salgadinhos e refrigerantes, pois eles aumentam o apetite e podem por consequência levar à perda de concentração.
A fonte coordenadora da memória é denominada de hipocampo. À medida que os neurônios do cérebro (córtex) recebem informações sensoriais, transmitem para o hipocampo. As maneiras de conservar ou revitalizar o hipocampo são:
- Alimentar-se de forma balanceada;
- Consumir diariamente 1,5 a 2 litros de água;
- Praticar pelo menos 30 a 60 minutos de exercícios físicos diários;
- Praticar exercícios mentais moderados, como leituras, estudos, práticas de exercícios que requerem raciocínio;
- Evitar a ansiedade;
- Manter a pressão arterial regular e a circulação sanguínea em bom estado;
- Evitar a incidência de metais tóxicos, tais como alumínio, chumbo, mercúrio, cádmio, bismuto, níquel e outros (reduzem o equilíbrio intelectual);
- Evitar o excesso de bebidas alcoólicas e o consumo de medicamentos químicos quanticamente desequilibrados.
Alimentos que nao podem faltar na mesa dos estudantes:
Ovo: Fonte de colina, que participa da formação dos neurônios e repara as células cerebrais avariadas. Produz acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado. Previne contra a depressão. Além de ser fonte de vitaminas do complexo B, que facilitam a comunicação entre os neurônios.
Peixe: Essencial para o cérebro, melhora a memória, a concentração e possui ação antiinflamatória. Protege os neurônios contra os radicais livres e preserva as membranas dos neurônios, colaborando para a troca de informações entre eles. Fonte de zinco o e selênio que estimulam a atividade cerebral, impedindo ondas de cansaço no final do dia.
Alface: Coma as folhas, talos e o coração, pois é aí que se concentram altas doses de lactucina, substância que age como calmante.
Laranja e maracujá: Previnem o cansaço e ajudam a combater o estresse. Contêm ainda vitamina C, que contribui para as defesas do organismo.
Maçã: é uma das principais fontes de fisetina, composto que favorece o amadurecimento das células nervosas e estimula os mecanismos cerebrais.
Frutas vermelhas: Possuem flavonóides, que exercem efeitos benéficos na aprendizagem e na memória porque protegem os neurônios e são capazes de reverter déficits de memória.
Alimentação escolar
A faixa etária escolar compreende crianças de sete a dez anos de idade. Esse período caracteriza-se por maior atividade física e ritmo de crescimento acelerado, com ganho mais acentuado de peso próximo ao estirão da adolescência.
A alimentação saudável pressupõe ingestão suficiente de nutrientes para que crianças consigam atingir o crescimento e desenvolvimento normais, assim como a prevenção de doenças relacionadas com alimentação. As doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares são responsáveis por altas taxas de morbi-mortalidade no mundo todo.
Os escolares que adotarem hábitos alimentares adequados e estilo de vida saudável, terão melhor qualidade de vida na fase adulta. Existe uma grande preocupação dos pais em relação à alimentação de seus filhos e principalmente à dificuldade na hora de escolher o lanche escolar, pois o lanche mais saudável nem sempre é o que agrada a criança. Para ajudar a escolher um lanche gostoso, saudável e prático, aí vão algumas dicas
- Fazer as compras com antecedência e planejar o lanche com as crianças;
- Evitar a monotonia de opções. Procure variar o máximo as opções de lanches;
- Sempre coloque 1 fruta na lancheira. Mas deixe que a criança participe da escolha da fruta;
- Se o lanche for biscoito ou bolachas, não colocar na lancheira o pacote inteiro. Apenas 5 unidades;
- Coloque sempre uma garrafinha de água na mochila;
- Achocolatados possuem muita gordura e açúcar, devem ser consumidos eventualmente (1 a 2 vezes por semana);
- Negociar os alimentos mais nutritivos com os menos nutritivos;
- Usar um dia da semana livre e pedir sugestão de lanche de seu filho;
- Em dias muito quentes, evitar levar iogurtes, lanches com queijos e frios ou produtos que necessitam de refrigeração, exceto se a lancheira for térmica.
- Congele a caixinha de suco antes de colocá-la na lancheira, para manter a bebida fria.
Exemplos de lanches:
Opção 1:
- Bisnaguinhas integrais com geléia, mel, salsicha de frango (cachorrinho), doce de leite light, queijo cottage ou patê de peito de peru + 1 caixinha de achocolatado + 1 maçã.
Opção 2:
- Cookies integrais ou biscoitos de aveia e mel ou biscoitos de arroz ou biscoitos cream cracker + 1 caixinha de suco de soja + 1 banana.
Opção 3:
- Torradas integrais com geléia + 1 caixinha de suco natural + 1 pêra.
Opção 4:
- Bolo de cenoura, milho ou laranja ou aveia ou cuca integral + 1 caixinha de água de coco + 1 fruta.
Opção 5:
- Barra de cereal + 1 fruta + 1 Yakult.
Opção 6:
- Pastéis de forno com salsicha de frango, atum sem óleo ou queijo minas + 1 caixinha de suco de frutas + 1 fruta.
Opção 7:
- Pizza de fritadeira ou pão sírio com queijo mussarela e peito de peru ou ricota e atum sem óleo + 1 caixinha de suco de frutas + 1 fruta.
Opção 8:
- Sanduíche de pão integral com requeijão light, blanquet de peru e queijo minas + 1 caixinha de suco de soja + 1 fruta.
Opção 9:
- Palitos Plic-Plac integral + 1 caixinha de água de coco + 1 fruta.
Opção 10:
- Flocos de arroz (sucrilhos) ou granola + 1 iogurte + 1 fruta.
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